Página 57 - TecnoGazin 2016

Versão HTML básica

3. Indicação de produtos relacionados
Como na loja online não há um vendedor para oferecer um produto que possa ser complementar ao que o cliente está levando, o que muitos sites de e-commerce
fazem é criar indicações automáticas de itens complementares. Seja por meio de um pacote com desconto para a compra coletiva dos produtos indicados, ou por
sugestões mostrando outros itens de interesse de consumidores que levaram o produto previamente selecionado pelo cliente (Por exemplo: “Quem comprou esse
tablet, também se interessou por este celular”).
Isso ajuda a aumentar o ticket médio da loja na web, pois muitas vezes convence o cliente a comprar pelo menos um item a mais do que pretendia inicialmente.
Além disso, essa ação também posiciona a empresa como especialista, pois mostra ao cliente que ela sabe como potencializar sua experiência de compra.
Para aplicar na loja física:
Ao invés de apenas agrupar os itens do seu mix de produtos por setores (televisões de um lado, smartphones de outro, notebooks no fundo da loja, e assim por
diante), você pode criar núcleos com produtos complementares. Por exemplo: uma sala completa com home theater, televisão e videogame; um escritório com
computador, tablet e smartphone; etc. Isso ajuda o cliente a visualizar os itens em conjunto, criando o desejo de comprar todos.
Outra boa ideia nesse sentido é criar campanhas relacionando um produto a outro. Exemplo: “Na compra de uma batedeira, você ganha desconto no liquidifica-
dor”, ou então uma promoção estilo “Semana do eletrônico”, oferecendo mais vantagens ao cliente, quanto mais produtos desse setor da loja ele comprar.
4. Conteúdo qualificado
Em tempos em que a concorrência no varejo é imensa e cresce a cada dia, para se destacar, uma empresa precisa estar em sintonia com seu cliente, criando uma
forte conexão com ele. Nesse sentido, uma das ferramentas mais utilizadas no e-commerce é o marketing de conteúdo. Ao oferecer informações úteis para o pú-
blico, a loja online cria credibilidade, mostrando que é autoridade no que diz respeito aos produtos que vende. Como se não bastasse isso, o conteúdo ainda ajuda
o consumidor a tomar suas decisões de compra e contribui para potencializar a experiência dele com o produto, deixando-o ainda mais satisfeito.
A marca Dell, por exemplo, em sua loja na web, disponibiliza um blog com informações passadas por diversos especialistas da empresa. O Blog do Varejo (blog.
gazinatacado.com.br) é o canal de comunicação da Gazin Atacado com seus clientes, varejistas, e reúne conteúdo de qualidade para ajudar lojistas do Brasil inteiro
a vender mais e melhor e aprimorar o relacionamento com seus clientes.
Para aplicar na loja física:
Crie guias sobre os diversos produtos que você vende, com dicas de utilização, customização, conselhos do que fazer e do que evitar, etc. Utilize esse conteúdo
como diferencial. Mostre, por exemplo, que, ao comprar uma máquina fotográfica em sua loja, o cliente irá ganhar um e-book com dicas profissionais sobre como
tirar melhores fotos. Ou, ainda, você pode oferecer um curso de gastronomia para quem comprar um fogão. Que tal?
Mesmo se tratando de uma loja física, você não precisa necessariamente imprimir esses guias. Basta pegar o e-mail de seus clientes e enviar o material digitalmente
para eles.
O e-commerce chegou para ficar! Mas você, varejista, não precisa ter medo de perder seus clientes para as lojas virtuais. Usar o que elas têm de melhor na visão
dos clientes é uma ótima forma de “jogar de igual para igual”. Siga essas dicas e mantenha-se relevante para o seu cliente mesmo com a enorme concorrência
online. Suas vendas agradecem!